Este momento é um privilégio que temos em nossas vidas, onde podemos fazer a menção da morte e ressurreição do Senhor Jesus.
Algunas confundem Santa Ceia com a pascoa judaica, como o próprio apostolo Paulo nos ensina em Colossenses:
2.16 Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,
2.17 porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
Na pascoa judaica eram utilizados os seguintes itens:
Cordeiro: Lembrava a proteção, o livramento dos primogênitos da casa dos filhos de Israel, quando cada família israelita aspergiu o sangue do cordeiro nas ombreiras e na verga da porta. Era uma lembrança e uma comemoração deste maravilhoso livramento (ver Êx 12).
Pães asmos: Lembravam a saída urgente de Israel da terra do Egito. Esses pães asmos também representavam a separação entre os israelitas redimidos e o Egito. Também chamado de «pão de aflição», que representava os sofrimentos dos filhos de Israel (Êx 12.15,34,39, Deut 16.3).
Água salgada: Lembrava as lágrimas salgadas derramadas pelos israelitas durante os seus anos de escravidão no Egito.
Ervas amargas: Lembravam as amarguras da escravidão no Egito (Núm 9.11).
Sopa de frutas: Lembrava a massa de tijolos que os filhos de Israel tinham de preparar na terra do Egito
(Êx 5.6-19).
Quatro cálices: Lembravam as «quatro promessas» de Êxodo 6.6,7 ( tirarei/ livrarei/ resgatarei/ tomarei ).
Que Deus conserve a nossa fé, para que possamos estar a mesa.
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. 1 Co 11.26
Maranata!

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